Esta pesquisa é meramennte para satisfazer a curiosidade dos leitores e espectadores do Espetáculo Cordel da Festas Populares.
Foram em sua maior parte encontrada no site WWW, wiquipédia.com. br.
Literatura de Cordel
A literatura de cordel tem sido o veículo natural da cultura popular no Brasil. O vocábulo cordel derivou-se de corda, na acepção de cordão ou barbante. Caldas Aulete define o cordel como um estilo literário equivalente à farsa medieval, cheia de graças e equívocos.
"Farsas de cordel, as que se expunham à venda nas ruas ou debaixo das arcadas, penduradas em cordéis".
Todavia, o conteúdo poético evoluiu para temas culturais sérios, de sagas históricas e ideais religiosos. Esses impressos, chamados brochuras, eram originalmente, compostos nas tipografias do interior nordestino, em preto e branco, ilustrados pelo Processo artesanal da xilogravura.
Literatura de Cordel são estórias sobre casos e personagens presentes no cotidiano dos habitantes do Nordeste brasileiro. Os livrinhos - feitos de apenas uma folha de papel, dobrada de modo a formar oito páginas - recebem o nome de Literatura de Cordel por serem expostos pendurados em um fio de barbante, para serem vendidos em feiras ou nas ruas.
"Farsas de cordel, as que se expunham à venda nas ruas ou debaixo das arcadas, penduradas em cordéis".
Todavia, o conteúdo poético evoluiu para temas culturais sérios, de sagas históricas e ideais religiosos. Esses impressos, chamados brochuras, eram originalmente, compostos nas tipografias do interior nordestino, em preto e branco, ilustrados pelo Processo artesanal da xilogravura.
Literatura de Cordel são estórias sobre casos e personagens presentes no cotidiano dos habitantes do Nordeste brasileiro. Os livrinhos - feitos de apenas uma folha de papel, dobrada de modo a formar oito páginas - recebem o nome de Literatura de Cordel por serem expostos pendurados em um fio de barbante, para serem vendidos em feiras ou nas ruas.
Patativa do Assaré
As penas plúmbeas, as asas e cauda pretas da patativa, pássaro de canto enternecedor que habita as caatingas e matas do Nordeste brasileiro, batizaram poeta Antônio Gonçalves da Silva, conhecido em todo o Brasil como Patativa do Assaré, referência ao município que nasceu. Analfabeto "sem saber as letra onde mora ", como diz num de seus poemas, sua projeção em todo o Brasil se iniciou na década de 50, a partir da regravação de "Triste Partida", toada de retirante gravada por Luiz Gonzaga.
![]() |
Filho do agricultor Pedro Gonçalves da Silva e de Maria Pereira da Silva, Patativa do Assaré veio ao mundo no dia 9 de março de 1909. Criado num ambiente de roça, na Serra de Santana, próximo a Assaré , seu pai morrera quando tinha apenas oito anos legando aos seus filhos Antônio, José, Pedro, Joaquim, e Maria o ofício da enxada, "arrastar cobra pros pés" , como se diz no sertão.A sua vocação de poeta, cantador da existência e cronista das mazelas do mundo despertou cedo, aos cinco anos já exercitava seu versejar. A mesma infância que lhe testemunhou os primeiros versos presenciaria a perda da visão direita, em decorrência de uma doença, segundo ele, chamada "mal d'olhos".
Mote=tema
Ariano Vilar Suassuna
(João Pessoa, 16 de junho de 1927) é um dramaturgo, romancista e poeta brasileiro.
Ariano Suassuna é um dos mais importantes dramaturgos brasileiros, autor dos célebres Auto da Compadecida e A Pedra do Reino, é um defensor militante da cultura do Nordeste.
Os mouros (também chamados de mauros) são um povo árabe-berbere que conquistou a Península Ibérica, oriundos principalmente da região do Saara ocidental e da Mauritânia.
Na tradição oral portuguesa, os mouros são protagonistas de narrativas associáveis a cultos pré-cristãos, muitas vezes pré-históricos. Em geral, as lendas das mouras encantadas que guardam tesouros, andam associadas a montes, florestas, rochedos, monumentos pré-históricos ou fontes e revelam restos de tradições muito antigas.
Luís da Câmara Cascudo
Cascudo em 1928, em colação de grau na Faculdade de Direito de Recife.
Luís da Câmara Cascudo (Natal, 30 de dezembro de 1898 — Natal, 30 de julho de 1986) foi um historiador, folclorista, antropólogo, advogado e jornalista brasileiro.
Passou toda a sua vida em Natal e dedicou-se ao estudo da cultura brasileira. Foi professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. O Instituto de Antropologia desta universidade tem seu nome. Pesquisador das manifestações culturais brasileiras, deixou uma extensa obra, inclusive o Dicionário do Folclore Brasileiro (1952). Entre seus muitos títulos destacam-se: Alma patrícia (1921), obra de estréia, Contos tradicionais do Brasil (1946). Estudioso do período das invasões holandesas, publicou Geografia do Brasil holandês (1956). Suas memórias, O tempo e eu (1971) foram editadas postumamente. Quase chegou a ser demitido por estudar figuras folclóricas como o lobisomem.
Na feira de Caruaru, um dia, apareceu um menino - Vitalino Pereira dos Santos - cuja obra ingênua, no massapé pernambucano, tornou-se uma significativa mensagem de brasilidade, que tem alcançado os mais distantes cecntros culturais do mundo. As figuras de Vitalino são peças de museus e coleções particulares, de estudiosos do folclore, de todos que amam a arte popular.
Vitalino Pereira dos Santos, Mestre Vitalino, consagrou-se com sua arte de fazer bonecos em Caruaru, onde nasceu, perto do rio Ipojuca, em 1909.
Seu pai, humilde lavrador, preparou o forno para queimar peças de cerãmica que sua mãe fazia, para melhorar o orçamento familiar.
Sua mãe artesã, preparava o barro que ia buscar nas margens do rio Ipojuca. Depois, sem usar o torno, ia fazendo peças de cerâmica utilitária, que vendia na feira. Levava a cerâmica nos caçuás (cestos grandes) colocados nas cangalhas do jegue (burrico).
Seu pai, humilde lavrador, preparou o forno para queimar peças de cerãmica que sua mãe fazia, para melhorar o orçamento familiar.
Sua mãe artesã, preparava o barro que ia buscar nas margens do rio Ipojuca. Depois, sem usar o torno, ia fazendo peças de cerâmica utilitária, que vendia na feira. Levava a cerâmica nos caçuás (cestos grandes) colocados nas cangalhas do jegue (burrico).

Cartola
Considerado por diversos músicos e críticos como o maior sambista da história da música brasileira, Cartola nasceu no bairro do Catete, mas passou a infância no bairro de Laranjeiras. Tomou gosto pela música e pelo samba ainda moleque e aprendeu com o pai a tocar cavaquinho e violão. Dificuldades financeiras obrigaram a família numerosa a se mudar para o morro da Mangueira, onde então começava a despontar uma incipiente favela.
Na Mangueira, logo conheceu e fez amizade com Carlos Cachaça - seis anos mais velho - e outros bambas, e se iniciaria no mundo da boemia, da malandragem e do samba.[2]
Com 15 anos, após a morte de sua mãe, abandonou os estudos - tendo terminado apenas o primário.Arranjou emprego de servente de obra, e passou a usar um chapéu-coco para se proteger do cimento que caía de cima. Por usar esse chapéu, ganhou dos colegas de trabalho o apelido "Cartola".
Sincretísmo
No Brasil, o sincretismo é um fenômeno bastante comum, mas é especialmente relevante na Bahia, onde buscou-se adaptar nas crenças de religiões tradicionais africanas os rituais da fé Católica, religião predominante no Brasil. Segundo José Beniste, "valeu como poderosa arma para os negros manterem suas tradições. Sem isso, provavelmente, nem mesmo teriam podido manter os traços religiosos que ainda hoje se conservam".
Folguedos
Folguedos são festas populares de espírito lúdico que se realizam anualmente, em datas determinadas, em diversas regiões do Brasil. Algumas têm origem religiosa, tanto católica como de cultos africanos, e outras são folclóricas.
Galo da Madrugada
O Galo da Madrugada é um bloco carnavalesco que sai todo sábado de carnaval do bairro de São José, um dos bairros do centro da cidade do Recife, capital estado de Pernambuco, nordeste do Brasil.
É considerado pelo Guinness Book - o livro dos recordes - o maior bloco de carnaval do mundo. Em 2006 o número de foliões que seguiu o bloco pelas ruas do centro de Recife foi maior que um milhão e meio de pessoas, o que supera a população inteira da própria cidade (1.422.000 habitantes, segundo último censo do IBGE).
O palhaço Arrelia tornou-se um mito das crianças paulistanas. As matinês do circo e posteriormente o "Cirquinho do Arrelia" da TV Record (de 1955 a 1966) fizeram parte do cotidiano da família paulistana. Ele deixou como marca registrada nessa cidade o popular refrão "COMO VAI, COMO VAI, COMO VAI? EU VOU BEM, MUITO BEM... BEM... BEM!".
Waldemar Seyssel, o famoso palhaço Arrelia, veio de uma família que se confunde com a história do circo no Brasil. Ele começou a atuar com seis meses de idade, no circo chileno de seu tio, irmão de sua mãe. O Circo Máximo (em latim Circus Maximus, italiano Circo Massimo) foi uma arena antiga e local de entretenimento na antiga Roma.
A jovem Francisca aos dezoito anos
Francisca Edwiges Neves Gonzaga, mais conhecida como Chiquinha Gonzaga, (Rio de Janeiro, 17 de outubro de 1847 — Rio de Janeiro, 28 de fevereiro de 1935) foi uma compositora e pianista brasileira.
Foi a primeira chorona, primeira pianista de choro, autora da primeira marcha carnavalesca (Ô Abre Alas, 1899) e também a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. No Passeio Público, há uma herma em sua homenagem, obra do escultor Honório Peçanha.
Cordões
Os Cordões, assim como os Ranchos, Blocos, Clubes e Sociedades, eram formados por grupos de foliões que invadiam as ruas do Rio de Janeiro durante o carnaval a partir da segunda metade do século XIX.
O nome parece derivar de um grupo de pessoas que se sucedem e não do fato de haver uma corda circundando os componentes. Entre a principal característica dos cordões estava o fato de ser formado por grupos de foliões mascarados com feições de velhos, palhaços, diabos, reis, rainhas, índios, baianas, entre outros, conduzidos por um mestre obedecendo a um apito de comando. Seu conjunto instrumental costumava ser excusivamete de percussão.
Noel Rosa e seu violão.
Noel de Medeiros Rosa (Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 1910 — Rio de Janeiro, 4 de maio de 1937) foi um sambista, cantor, compositor, bandolinista, violonista brasileiro e um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil. Foi responsável pela união do samba do morro com o do asfalto. Fato este que mudaria para sempre, não só o samba, mas a história da música popular brasileira.

Carmen Miranda
Pseudônimo de Maria do Carmo Miranda da Cunha, (Marco de Canaveses, Portugal, 09de fevereiro de 1909 — Beverly Hills, Estados Unidos da América, 5 de agosto de 1955) foi uma cantora e atriz luso-brasileira. Sua carreira artística transcorreu no Brasil e Estados Unidos entre as décadas de 1930 a 1950. Trabalhou no rádio, no teatro de revista, no cinema e na televisão. Chegou a receber o maior salário até então pago a uma mulher nos Estados Unidos. Seu estilo eclético faz com que seja considerada precursora do tropicalismo, movimento cultural brasileiro surgido no final da década de 1960.
Lia de Itamaracá
Cantora pernambucana de temas folclóricos, só aos 59 anos ganha o seu espaço na mídia nacional e internacional depois que é descoberta pelos produtores de bens culturais do mercado global. É um exemplo claro dessa mediação cultural entre o popular e os processos midiáticos. “... essa ciranda quem me deu foi Lia que mora na ilha de Itamaracá, quando eu era menina Lia me dizia como é cirandar...”
Cantiga para Lia ou Cantiga para Lia.
Cantiga para Lia ou Cantiga para Lia.




Nenhum comentário:
Postar um comentário